Dia Nacional da Não-Violência para com a Mulher ou "Día Nacional de la No Violencia en Contra de la Mujer" (25 de novembro)

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Próxima Celebração "Dia Nacional da Não-Violência para com a Mulher" ou "Día Nacional de la No Violencia en Contra de la Mujer": Sábado, 25 de Novembro de 2017, : daqui 61 dias, 04:14:51-03:00.
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O Dia Nacional da Não-Violência para com a Mulher ou "Día Nacional de la No Violencia en Contra de la Mujer" em 25 de novembro de cada ano, é uma comemoração da República Dominicana, que foi estabelecida pela Lei Nº 61 de 31 de dezembro de 1993, em apoio ao "Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres" ou "International Day for the elimination of Violence Against Women Day".

A Lei supracitada da República Dominicana mandou também, que a Secretaria de Estado de Interior e Polícia ou "Secretaría de Estado de Interior y Policía" ficasse encarregada de organizar as celebrações dessa data celebrativa de dominicanos.

A data comemorativa internacional foi inicialmente instituída como "Dia Latino-Americano e Caribenho de Não-Violência contra a Mulher" ou "Día Latinoamericano Y Caribeño de no violencia contra la Mujer"por cerca de 1200 feministas de países latino-americanos, no "1º encontro de Feministas para a América Latina e Caribe" ou "1º Encuentro Feminista Latinoamericano y del Caribe", realizado de 18 de julho a 21 de julho de 1981 na cidade colombiana de Bogotá, e está ratificada pela ONU [Organização das nações Unidas] na sua Resolução A/RES 54/134 de 17 de dezembro de 1999.

Essa data comemorativa internacional tem por fim, prestar uma homenagem às ativistas políticas dominicanas, Pátria, Minerva e Maria Teresa Mirabal, 3 irmãs [também conhecidas como "Las Mariposas"], que foram brutalmente assassinadas na República Dominicana em 25 de novembro de 1960 pela Polícia Secreta da ditadura do líder totalitário dominicano, Rafael Leônidas Trujillo.

Para conhecimento, as irmãs Mirabal cresceram numa zona rural, no município de Salcedo [hoje província Irmãs Mirabal
. Quando Trujillo chegou ao poder, a família das irmãs perdeu a casa e todo o seu dinheiro. As irmãs acreditavam que Trujillo levaria o país ao caos econômico e, então, formaram um grupo de oposição ao regime ditatorial desse caudilho.

Nessa luta, foram presas e torturadas várias vezes. Apesar disso, continuaram a fazer oposição contra a ditadura. Trujillo decidiu acabar com Las Mariposas, enviando homens para interceptar as 3 mulheres, quando estas iam visitar seus maridos na prisão. Las Mariposas foram pegas desarmadas e levadas para uma plantação de cana-de-açúcar, onde foram apunhaladas e estranguladas.

Trujillo acreditou que havia eliminado um grande problema, mas o assassinato de Las Mariposas teve péssima repercussão no país.
A morte de Las Mariposas causou grande comoção na República Dominicana e levou o povo dominicano a ficar cada vez mais inclinado a apoiar os ideais de Las Mariposas. Esta reação contribuiu no despertar da consciência do povo, e culminou na derrocada de Trujillo, que foi assassinado a tiros em 30 de maio de 1961 na rodovia de Santo Domingo a San Cristóbal, numa emboscada preparada pelos dominicanos, Modesto Díaz, Salvador Estrella Sadhalá, Antonio de la Maza, Amado García Guerrero, Manuel Cáceres Michel ou "Tunti", Juan Tomás Díaz, Roberto Pastoriza, Luis Amiama Tió, Antonio Imbert Barrera, Pedro Livio Cedeño e Huáscar Tejeda, com o apoio da CIA [Agência Central de Inteligência ou "Central Intelligence Agency"] dos Estados Unidos da América.

Fontes consultadas:

  1. www.fundacionvidasinviolencia.org/…
  2. pt.wikipedia.org/…

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