Dia do Mutirão de Natal da Igreja Adventista do Sétimo Dia (2º domingo de dezembro)

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Próxima Celebração "Dia do Mutirão de Natal da Igreja Adventista do Sétimo Dia": Domingo, 10 de Dezembro de 2017, : daqui 110 dias, 20:31:24-03:00.
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O Dia do Mutirão de Natal da Igreja Adventista do Sétimo Dia no 2º domingo de dezembro, é uma comemoração móvel no Estado brasileiro do Paraná [Lei Nº 17.765 de 19 de Novembro de 2013], e nas cidades brasileiras do Rio de Janeiro-RJ [Lei Nº 5413 de 23 de maio de 2012 e Lei Nº 5.146 de 7 de janeiro de 2010] e Cotia-SP [Lei Nº 15.384 de 7 de abril de 2014 do Estado brasileiro de São Paulo], cuja data das celebrações pode ocorrer entre os dias 8 de dezembro e 14 de dezembro de cada ano no calendário gregoriano.

Essa data comemorativa móvel oficial de paranaenses, de cotianos e da capital dos cariocas, tem por fim apoiar a "campanha sul-americana de arrecadação de alimentos, agasalhos e brinquedos", que nasceu em 1993 na sede da Igreja Adventista do Sétimo Dia do Bairro do Flamengo da cidade brasileira do Rio de Janeiro-RJ, a partir da iniciativa do jornalista brasileiro, Celso Azevedo, e que tem sido coordenada pela ADRA [Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais ou "Adventist Development and Relief Agency"], com a meta de estender solidariedade a pessoas que sofrem e que precisam de ajuda.

Para conhecimento, a história da ADRA se iniciou com os conflitos das 1ª e 2ª Guerras Mundiais, quando os Adventistas do Sétimo Dia se mobilizaram para arrecadar e distribuir roupas, alimentos e medicamentos para as pessoas afetadas, e se solidificou com o aumento de guerras, fome, economias fragilizadas, desemprego, insegurança e constantes catástrofes naturais, o que fez com que a a Igreja Adventista do Sétimo Dia fundasse a ADRA, preocupada com estas necessidades oriundas dessas adversidades, e seguindo o exemplo de Cristo que por onde andou, deixou um exemplo de amor, de cura, de ensino, de perdão, de esperança...

A agência foi organizada em Novembro de 1956, sendo originalmente denominada de SAWS [Assistência Social Adventista ou "Seventh-day Adventist Welfare Service"]. Em 1958, a SAWS relatou envios de ajuda para 22 países com um valor total de aproximadamente US$485.000. 4 anos depois, o número de países havia aumentado para 29, com um valor total de US$2,3 milhões em doações.
Pelos meados dos anos 70, a organização começou a estender suas ações, ampliando sua missão humanitária para programas direcionados ao desenvolvimento de longo prazo. Como consequência disso, em 1973, teve seu nome mudado para SAWS [Serviço Mundial Adventista ou "Seventh-day Adventist World Service"], ou seja, substituiu-se a expressão assistência social ou "welfare", por mundo ou "world".

Foi em 1983 que a SAWS foi convertida em Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais, para ainda melhor refletir sua missão e atividades. O trabalho da ADRA cresceu rapidamente, com programas maiores em vários países, enfatizando sempre, o desenvolvimento comunitário, o desenvolvimento institucional e a contínua gestão de emergências, enquanto organização humanitária global da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que demonstra o amor e a compaixão de Deus voltado para pessoas em situação de risco.

A Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais é atualmente uma das principais organizações de ajuda humanitária não-governamentais no mundo, com uma equipe de mais de 4.600 pessoas em 125 países. Em 1997, a agência recebeu o Status Consultivo Geral das Nações Unidas, uma oportunidade única que deu à ADRA voz ativa na comunidade internacional. Em 2006 prestou auxílio para aproximadamente 46.8 milhões de pessoas, com recursos avaliados em mais de US$288 milhões. À medida que novos desafios e necessidades surgem, a ADRA continua a se empenhar para realizar sua missão de refletir o amor de Deus, contribuindo para que milhões de pessoas sejam transformadas, quer seja, pelas ações de serviço humanitário, quando enfrentam situações de emergência, ou pelo desenvolvimento de suas próprias capacidades, ao participarem de projetos implementados pela ADRA.

O trabalho da agência é uma expressão representativa do desejo dos Adventistas do Sétimo Dia de melhorar a qualidade de vida daqueles em necessidade, focalizando suas ações em cinco áreas: Segurança Alimentar, Desenvolvimento Econômico, Educação Básica, Saúde Primária, e Gestão de Emergências; e trabalhando com pessoas em situação de vulnerabilidade social, para criar uma mudança positiva e justa através de parcerias e ação responsável, como uma rede eficiente, profissional que incorpora integridade e transparência, transpondo fronteiras, e sendo uma voz em prol daqueles que estão em risco social, promovendo mudanças na vida pessoal e profissional dessas pessoas.
Por isso, a ADRA acredita:

  • em não-discriminação e respeito às diferenças, aceitando as pessoas como iguais sem levar em consideração raça, etnia, sexo, filiação política ou religiosa;
  • em desenvolvimento participativo que utiliza as capacidades tanto de homens como de mulheres e provê oportunidade igual a indivíduos com variadas experiências étnicas, religiosas e culturais;
  • que por meio de atos humanitários se pode dar a conhecer o caráter justo, misericordioso e amante de Deus;
  • que trabalhar com aqueles em necessidade é uma expressão do amor dos adventistas do sétimo dia a Deus;
  • que o ministério compassivo de Jesus é seu próprio motivo e recompensa;
  • que a ADRA pode ser uma agência de mudança e um instrumento de graça e providência;
  • que, através do seu trabalho, a ADRA expressa preocupação, compaixão e empatia;
  • que uma parceria eqüitativa com aqueles em necessidade resultará numa mudança sustentável;
  • que idade, sexo, raça, cultura e famílias enriquecem as comunidades com as quais a ADRA trabalha e são recursos a serem respeitados e afirmados;
  • que todas as pessoas têm o direito fundamental à atenção, bens e serviços básicos;
  • que todas as pessoas, especialmente as crianças, têm o direito a uma vida de oportunidades e a liberdade de construir o seu futuro;
  • que pode contribuir para capacitar parceiros a criar estruturas comunitárias participativas e sustentáveis para compartilhar informações e ação civil;
  • que todos os recursos, oportunidades e benefícios são contribuições que devem ser administrados com responsabilidade;
  • que todas as pessoas, em especial as mulheres e crianças, têm o direito à proteção e a uma vida livre de violência, exploração sexual e todas as outras formas de abuso; e
  • que a ADRA pode ser uma agência que demonstra integridade e transparência em seu trabalho em todos os níveis.

Fontes consultadas:

  1. www.legislacao.pr.gov.br/…
  2. www.al.sp.gov.br/…
  3. leismunicipais.com.br/…
  4. mail.camara.rj.gov.br/…

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