Dia do início da Semana Estadual de Prevenção e Combate ao Câncer de Mama (semana X 27 de novembro)

Licença Creative Commons, para reproduzir tem que citar fonte com link. URL curta: http://datascomemorativas.org/3105

Próxima Celebração "Dia do início da Semana Estadual de Prevenção e Combate ao Câncer de Mama": Segunda-Feira, 27 de Novembro de 2017, : daqui 99 dias, 02:45:41-03:00.
Tempo médio de leitura para essa data comemorativa: ± 3 minutos.

A Semana Estadual de Prevenção e Combate ao Câncer de Mama na semana em que esteja incluso o dia 27 de novembro, é uma comemoração móvel do Estado brasileiro do Ceará, que foi estatuída pela Lei Nº 14.322 de 20 de abril de 2009, em apoio ao "Dia Nacional de Luta contra o Câncer de Mama" de brasileiros, e com base no "Dia de Luta contra o Câncer de Mama" do Estado brasileiro do Paraná, cuja data do início das celebrações pode ocorrer entre os dias 21 de novembro e 27 de novembro de cada ano no calendário gregoriano.

Apesar de meus muitos esforços e de inúmeras pesquisas, ainda não me foi possível obter maiores explicações e porquês para a criação dessa data comemorativa em 27 de novembro, mesmo depois da leitura da íntegra com a respectiva justificação do Projeto de Lei Nº 409 de 27 de junho de 2005 da Assembleia Legislativa do Paraná e do Projeto de Lei Nº 6.275 de 29 de novembro de 2005 da Câmara de Deputados Federais do Brasil.
Apenas consegui tomar conhecimento sobre a necessidade de se adotar procedimentos em prol do esclarecimento da sociedade brasileira para a adoção dos métodos necessários à detecção precoce, permitindo uma mudança de atitude que certamente poderá contribuir para a redução da mortalidade pelo câncer de mama, porque o desconhecimento e as dificuldades de acesso aos meios de saúde disponíveis, têm levado aos altos índices de mortalidade devidos a esta forma de câncer.

Para conhecimento, todo câncer se caracteriza por um crescimento rápido e desordenado de células, que adquirem a capacidade de se multiplicar. Essas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores malignos (câncer), que podem espalhar-se para outras regiões do corpo. O câncer também é comumente chamado de neoplasia.

O câncer de mama, como o próprio nome diz, afeta as mamas, que são glândulas formadas por lobos, que se dividem em estruturas menores chamadas lóbulos e ductos mamários. É o tumor maligno mais comum em mulheres e o que mais leva as brasileiras à morte, segundo o Inca [Instituto Nacional de Câncer] no Brasil.

O câncer de mama é relativamente raro antes dos 35 anos, mas acima dessa idade sua incidência cresce rápida e progressivamente. É importante lembrar que nem todo tumor na mama é maligno e que ele pode ocorrer também em homens, mas em número muito menor. A maioria dos nódulos (ou caroços) detectados na mama é benigna, mas isso só pode ser confirmado por meio de exames médicos.

Quando diagnosticado e tratado ainda em fase inicial, isto é, quando o nódulo é menor que 1 centímetro, as chances de cura do câncer de mama chegam a até 95%. Tumores desse tamanho são pequenos demais para serem detectados por palpação, mas são visíveis na mamografia. Por isso é fundamental que toda mulher faça uma mamografia por ano a partir dos 40 anos.

O câncer de mama, e o câncer de forma geral, não tem uma causa única. Seu desenvolvimento deve ser compreendido em função de uma série de fatores de risco, alguns deles modificáveis, outros não.
O histórico familiar é um importante fator de risco não modificável para o câncer de mama. Mulheres com parentes de 1º grau (mãe ou irmã) que tiveram a doença antes dos 50 anos podem ser mais vulneráveis.

Entre outros fatores de risco não modificáveis estão o aumento da idade, a menarca precoce (primeira menstruação antes dos 11 anos de idade), a menopausa tardia (última menstruação após os 55 anos), nunca ter engravidado ou ter tido o primeiro filho depois dos 30 anos.

Já os fatores de risco modificáveis bem conhecidos até o momento estão relacionados ao estilo de vida, como o excesso de peso e a ingestão regular (mesmo que moderada) de álcool. Alterá-los, portanto, diminui o risco de desenvolver a doença. No entanto, a adoção de um estilo de vida saudável nunca deve excluir as consultas periódicas ao ginecologista, que incluem a mamografia anual a partir dos 40 anos.

Fontes consultadas:

  1. www.planalto.gov.br/…
  2. www.legislacao.pr.gov.br/…
  3. www.al.ce.gov.br/…
  4. portal.alep.pr.gov.br/…
  5. www.camara.gov.br/…
  6. www.mulherconsciente.com.br/…

Para dúvidas, críticas, sugestões, reclamações, convites e outros assuntos, por favor, Entre em contato

Licença Creative Commons, para reproduzir tem que citar fonte com link. URL curta: http://datascomemorativas.org/3105

RSS/XML