Dia do Ambientalista (13 de novembro)

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O Dia do Ambientalista em 13 de novembro de cada ano, é uma comemoração no Estado brasileiro do Mato Grosso do Sul, que foi estatuída pela Lei Nº 4.074 de 24 de agosto de 2011, pela qual se alterou a Lei Nº 3.945 de 4 de agosto de 2010, a partir de proposição do "Parlamento Jovem" da Assembleia Legislativa sul-mato-grossense, além de contar ainda com o "Dia Pantaneiro" ou "Dia do Pantanal", em 12 de novembro, e com a "Semana de Valorização da Cultura Pantaneira", até 18 de novembro de cada ano, também no Estado do Mato Grosso do Sul,e com o "Dia do Pantanal" em 12 de novembro no Estado brasileiro do Mato Grosso, a partir da iniciativa do Ministério brasileiro do Meio Ambiente, ratificada em 12 de março de 2008 por moção da 89ª Reunião Ordinária do Conama [Conselho Nacional do Meio Ambiente] no Brasil.

Essa data comemorativa de sul-mato-grossenses tem por fim, marcar a data da morte por suicídio do ambientalista e jornalista brasileiro, Francisco Ancelmo de Barros [mais conhecido como "Francelmo"], que, durante 25 anos dedicou-se à luta pela preservação do bioma do Pantanal, além de ser membro fundador do próprio Conama, e que, durante um protesto contra a instalação de usinas de álcool no Pantanal proposta por Projeto de Lei do então governador sul-mato-grossense, José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT, estendeu dois colchonetes em forma de cruz na calçada, ensopou-os com 2 galões de gasolina e ateou fogo no seu próprio corpo por volta do meio-dia de 12 de novembro de 2005 por ocasião de uma manifestação no centro da cidade brasileira e capital sul-mato-grossense de Campo Grande-MS, vindo a falecer 1 dia depois em 13 de novembro, por conta de queimaduras em 100% do corpo.

Francisco Anselmo de Barros, tem um longo passado de lutas em defesa da Natureza e especialmente do Pantanal.
Era Jornalista, Presidente da Fuconams [Fundação para Conservação da Natureza do Mato Grosso do Sul], uma das primeiras entidades de defesa do meio ambiente do Brasil, articulador da criação e conselheiro da AME [Associação Mato-Grossense de Ecologia], 1ª entidade ambientalista do Estado do Mato Grosso, membro fundador do Conama e do CECA [Conselho Estadual de Controle Ambiental].

Além disso, Francisco Anselmo de Barros era consultor na instalação da WWF Brasil, membro da Diretoria da Rede Mata Atlântica e da Rede Ambientalista Greenpeace, na campanha dos Transgênicos.

Em seu currículo estão ainda, cargos no CMMA [Conselho Municipal de Controle Ambiental], membro da ABRAJET [Associação Brasileira dos Jornalistas de Turismo], da ADESG [Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra], diretor executivo da Editora Saber Ltda, diretor executivo da Associação de Fomento e apoio às Artes e a Cultura em Geral.

Filiado ao Fórum Brasileiro de ONGs, a Associação Brasileira de ONGs e participante da Rede Rios Vivos, Rede Pantanal, Rede Aguapé de Educação Ambiental, Rede Cerrado, Instituto Socioambiental, W.W.F., Conservation International e SOS Mata Atlântica e coordenador do Fórum de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Mato Grosso do Sul e do Fórum de Defesa do Pantanal.

Para conhecimento, O Pantanal ou Complexo do Pantanal, é um bioma constituído principalmente por uma savana estépica, alagada em sua maior parte, com 250 mil quilômetros quadrados de extensão, altitude média de 100 metros, situada no sul do Estado brasileiro do Mato Grosso e no noroeste do Estado brasileiro do Mato Grosso do Sul na região do Parque Nacional do Pantanal, além de também englobar o norte do Paraguai e o leste da Bolívia, numa região que é chamada de chaco boliviano, considerado no seu conjunto como Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera, pela UNESCO [Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura ou "United Nations Educational, Scientific and Cultural Organisation"].
Em que pese o nome, há um reduzido número de áreas pantanosas na região pantaneira. Além disso, tem poucas montanhas, o que facilita o alagamento do lugar.

Para conhecimento, O Pantanal ou Complexo do Pantanal, é um bioma constituído principalmente por uma savana estépica, alagada em sua maior parte, com 250 mil quilômetros quadrados de extensão, altitude média de 100 metros, situada no sul do Estado brasileiro do Mato Grosso e no noroeste do Estado brasileiro do Mato Grosso do Sul na região do Parque Nacional do Pantanal, além de também englobar o norte do Paraguai e o leste da Bolívia, numa região que é chamada de chaco boliviano, considerado no seu conjunto como Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera, pela UNESCO [Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura ou "United Nations Educational, Scientific and Cultural Organisation"].
Em que pese o nome, há um reduzido número de áreas pantanosas na região pantaneira. Além disso, tem poucas montanhas, o que facilita o alagamento do lugar.

Maior planície alagável do planeta, o Pantanal ocupa uma área de 158.592 quilômetros quadrados, mas a Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai, responsável pela sua formação, é muito maior. Ao todo, a bacia transfronteiriça abrange uma área de 624.320 km2, sendo aproximadamente 62% no Brasil, 20% na Bolívia e 18% no Paraguai, com recursos hidrológicos importantes para o abastecimento das cidades, onde vivem aproximadamente 3 milhões de pessoas.

Ainda para conhecimento, ambientalista é um ativista que faz parte do ambientalismo, movimento ecológico ou movimento verde, que consiste em um heterogêneo feixe de correntes de pensamento e movimentos sociais, e que têm na defesa do meio ambiente sua principal preocupação, reivindicando medidas de proteção ambiental e sobretudo uma ampla mudança nos hábitos e valores da sociedade, de modo a estabelecer um paradigma de vida sustentável.

Embora na Antiguidade ocidental, fossem registradas algumas preocupações no sentido de se proteger a natureza, e algumas antigas tradições aborígenes e religiosas de outras partes do mundo, também dessem atenção a proteção à natureza, e até mesmo a entendessem como sagrada, pouco valeram tais preocupações para que se desenvolvesse uma consciência ecológica em larga escala, capaz de impedir a destruição dos recursos naturais, da vida selvagem e dos seus habitats. Nos séculos seguintes, em vários momentos e lugares, surgiram defensores do meio ambiente, mas somente a partir de meados do século XVIII, é que o ambientalismo começou a evoluir com maior consistência, quando os cientistas e pensadores passaram a analisar seriamente os efeitos deletérios da ação humana sobre a natureza, e os efeitos dessa ação sobre o próprio homem que a causou. então, começaram a ser criadas áreas protegidas e legislação específica, e importantes mudanças aconteceram.

Contudo, o ambientalismo teve de esperar o fim das grandes guerras mundiais para emergir como uma tendência influente e como um campo de estudos específico, diante da constatação de que o modelo de desenvolvimento global em vigor, baseado numa perspectiva de crescimento contínuo, na manipulação tecnológica da natureza e numa visão de que os recursos naturais são inesgotáveis e existem basicamente para o benefício humano que, a esta altura já haviam causado uma destruição ambiental sem precedentes na história da humanidade, pondo em risco até mesmo a futura sobrevivência da espécie humana.

Rapidamente o movimento ganhou grande espaço nas mídias e, desde então, vem obtendo resultados importantes, atraindo uma enorme quantidade de outros campos do saber para o debate e a pesquisa ambiental, considerando todas as esferas da sociedade diretamente implicadas e corresponsáveis tanto pelos problemas como pelas soluções que devem ser encontradas, e ambicionando o desenvolvimento de uma visão integrada e de um manejo racional, respeitoso e responsável da vida sobre a Terra. O nível de conscientização popular e de envolvimento acadêmico e institucional nunca foi tão alto, mas, ao questionarem o atual modelo de civilização, os ambientalistas atraíram uma sonora e poderosa legião de críticos, comprometidos com o status quo, e outro tanto de céticos. Muitas vezes os embates foram violentos e houve retrocessos dramáticos.

O ambientalismo continua controverso, já que nem todas as suas teorias foram comprovadas satisfatoriamente, e mesmo as que já foram acatadas pela ciência ou nela são baseadas, muitas vezes ainda não foram aceitas ou compreendidas pela sociedade em geral, da qual depende uma parte crucial da desejada sustentabilidade, chocando-se contra hábitos arraigados, tradições culturais, ignorância, interesses políticos e econômicos, e outros fatores. Mas, como já foi reconhecido por inúmeras organizações internacionais respeitadas, pesquisadores renomados ligados a grandes universidades e mesmo instâncias governamentais de muitos países, os impactos negativos que a sociedade moderna tem acarretado ao meio ambiente são vastos, requerem medidas urgentes de mitigação ou reversão e, terão consequências globais catastróficas, se a tendência destrutiva continuar inalterada, especialmente quando se considera a velocidade do crescimento da população do mundo e sua consequente pressão sempre maior sobre todos os recursos e sistemas naturais.

Fontes consultadas em 28 de outubro de 2016 às 02:32:31:

  1. aacpdappls.net.ms.gov.br/…
  2. pt.wikipedia.org/…
  3. www.ecolnews.com.br/…
  4. www1.folha.uol.com.br/…

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